Entenda o que é a “Cruz da Morte” do Bitcoin e quais cuidados o investidor deve tomar

Alguns analistas apontam que pode ocorrer uma grande desvalorização do Bitcoin.

Após oscilar muito entre altos e baixos ao longo deste ano, o BTC, que chegou a custar US$65 mil, hoje está valendo aproximadamente US$30 mil. Toda esta desvalorização ganhou um nome, bem característico, chamado a “Cruz da Morte”, preocupando os diversos investidores da criptomoeda. 

A “Cruz da Morte” é um padrão gráfico que, quando identificado, sugere muita precaução aos investidores, pois pode simbolizar possíveis danos ao seu capital.

Esta denominação se dá quando um ativo entra em uma onda de desvalorização, ou seja, quando o seu valor médio em 50 dias fica abaixo de seu valor médio em 200 dias, segundo analistas que projetaram essa queda e a nomearam de “Cruz da Morte do Bitcoin”.

Essa forte onda de queda faz com que os investidores vendam seus BTC’s devido ao medo da perda, assim causando uma grande desvalorização da criptomoeda, pois os investidores tendem a vender mais, a procura de compra diminui e o valor despenca.

Porém, não se pode especular essa queda, sabendo que em outros anos ocorreu o mesmo e, posteriormente, houve uma alta atingindo recordes nunca alcançados pelo BTC, caracterizando sempre sua grande volatilidade no mercado.

Um dos motivos que pode ser relacionado a esta queda é o famoso FUD, “Fear, Uncertainty and Doubt”. Em português, medo, incerteza e dúvida. Essa técnica é extremamente conhecida no mercado das criptos causando grande prejuízo para os novos investidores.

Vejamos 3 EMAs, a média de curto período (50 dias), médio período (200 dias) e longo período (1000 dias).

Quando a EMA de curto período cruza abaixo da EMA de médio período temos a cruz da morte. Observando apenas as médias móveis, sem levar outros indicadores em consideração, a EMA de longo período aponta projeção de queda e suporte próximo à zona de $20 mil antes de reverter.

Confira o vídeo na íntegra por Catiane Domingos, criptoeducadora e CEO da StartCripto.

Outro grande motivo que contribuiu para a queda do Bitcoin atualmente foi a interferência da China. O Banco Chinês restringiu qualquer movimento bancário envolvendo a criptomoeda, causando assim um enorme impacto para a contribuição desta queda.

A China também decidiu proibir e fechar espaços voltados para a mineração de Bitcoin, mesmo tendo consciência que essa atividade movimenta mais da metade de sua economia.

“Antes de pensarmos em ganhar, devemos nos preocupar no quanto aceitamos perder.
O stop é a tranquilidade do trader/investidor, com ele podemos estar posicionados em um ativo e ainda assim mantermos a tranquilidade. O melhor conselho a ser dado para que seja preservado o capital é: Nunca arrisque mais do que aceita perder em uma negociação!”, afirma Bruno Fogazzi, Head de Operações no Grupo Diax Capital.

Desta queda atual, nada se pode esperar, pois existem diversos fatores que contribuem para a oscilação do preço do Bitcoin. É necessário apenas aguardarmos as próximas projeções do mercado para que surjam as próximas especulações do destino da criptomoeda.

Portanto, não se desespere! O medo é o pior inimigo do investidor.

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