O que está por trás da queda abrupta do Bitcoin

Na última quarta-feira (20), o Bitcoin voltou a sofrer uma forte queda, saindo da casa dos R$ 202,28 e sendo negociado atualmente a R$ 189,15; volume esse representado nas últimas 24 horas do dia.

Porém em relação à terça-feira (19), onde foi negociado a R$ 195 mil, após a queda chegou a R$ 182 mil, se recuperou brevemente, mas, em conformidade com sua instabilidade, o BTC, hoje, segunda-feira (25), apresentou um recuo e está novamente sendo negociado em R$ 182 mil.

Razões para a queda

De acordo com Joseph Young, analista, existem algumas razões que foram ressaltadas para essa queda brusca, sendo uma das principais a queda do mercado derivativo, na qual resulta nessa realidade atual do Bitcoin.

A taxa de captação de futuros atingiu 0,1%, tudo isso antes da correção, onde o mercado de derivados do BTC estava supervalorizado.

O mercado estava extremamente otimista com um percentual 10 vezes maior que a média normal, e outras criptos tiveram suas taxas transitando em 0,1% e 0,3%, sendo que a média normal geralmente gira em 0,1%.

Pesquisadores da Santiment, uma empresa de análise, ressaltam que outra possível razão seria a falta de entusiasmo com novas altas do mercado.

Após o BTC chegar na casa dos R$ 218 mil, logo após sofrer a queda, pôde-se especular em relação a sua sustentabilidade de novas valorizações. E por isso, pesquisadores afirmam que:

“Há uma quantidade crescente de dúvidas do comerciante de que o Bitcoin voltará aos US$ 40 mil. Mas de acordo com a atividade de endereço e volume de comércio, a tendência de longo prazo ainda parece bastante saudável”.

Número de baleias quebram recordes

Já nos primeiros 20 dias de janeiro ressurgiram 164 novas “baleias” ativas no mercado, o que sugere que mesmo com sua queda, a procura pelo BTC segue alta.

Desde que o BTC surgiu no ano de 2009, essa realidade atual vivenciada surpreende os especialistas, pois o número de baleias atualmente é o maior de todos os tempos, sendo o de 2.440 baleias no mercado.

Esse termo refere-se a endereços que somam cerca de R$ 183 milhões, ou seja, endereços que possuem mais de 1.000 Bitcoins, por isso chamados de “baleias” de mercado. 

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